domingo, 19 de dezembro de 2010

She sayd goodbye.















Ela durmiu....
Uma homenagem a minha cadelinha muito linda e simpática, que faleceu ontém a tarde. Com pouco mais de 12 anos, fez parte de metade da minha vida e é estranho não ter pra quem dizer boa noite ao chegar em casa e não ver as vasilhas de água e comida dela. É estranho olhar pro cantinho dela e ver nada, um vazio.... Foi bom eu não estar em casa quando aconteceu, prefiro guardar as lembranças dela ainda forte e viva. Seria ruim a ver em fase final de vida.
Já era esperado, há alguns meses ela já não andava mais direito, não escutava, não via, quase não falava. Claro que eu sentirei falta. Demorou pra eu sentir o peso. Mas é isso, não adianta chorar, ela morreu. E não há nada que se possa fazer, muito menos rezar....




terça-feira, 30 de novembro de 2010

cri cri cri... Alooooone!

E lele, chove.
E o calor da minha cama não quis deixar eu sair, foi complicado, penso que agora ela está lá sozinha sentindo minha falta e só voltarei a madrugada. Infeliz ela, mas eu sinto falta aqui também. E eu queria ouvir um pedido agora... Tentei, mas o resultado não foi o meu esperado, tudo bem, eu espero outra coisa Hoje amanheceu um dia pra ficar em casa, no quentinho do cobertor, ou me passou pela cabeça, nos braços de alguém. Opa, já passou... :
Não sei se este vazio pode continuar piorando(ou melhorando), não sei. Eu queria ter escolhas e... É, eu tenho...
Dores que não deveriam estar aqui. Eu queria não estar aqui.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Empty...

Se você não levar a sério, vai se acostumar e isso fará você ser, cada vez mais, distante. É verdade, não dá pra eu fugir, eu já estou muito longe, e não penso em voltar. Um pouco por vários acontecimentos, coincidências loucas, e mais ainda por pensar demais o tempo todo... Não sei se é triste, não é bom também, uma indiferença talvez. Dizem que isso me prejudicará muito, muito mesmo. Acredito que eles não estejam errados. Mas quem sabe eu descubro um modo de levar a vida desse jeito mesmo. Não dá para dividir com mais ninguém. Eles não sabem o que eu sinto, e não entenderiam se eu explicasse. Eu sei, pareço autista. Mas eu não sou.
Racionalizar é um caminho complicado e de díficil acesso. A recompensa é ruim para muitos e muito pior para os outros. Enquanto eu estou tentando explicar bem implicitamente, alguém pensa que eu sofro, mas não, eu estou aqui, sinceramente, esperando as coisas se encaixarem para eu dizer que sabia o tempo todo do resultado.
Eu já escolhi e isso já está tomando conta de mim. Já estou me acostumando. Estou pensando mais antes de falar, e aquilo que antes era impregnado pela minha sociedade já está saindo. Minha professora ficaria louca com essa minha posição. Mas é uma coisa minha, não é para eu espalhar e tentar uma revolução. É só minha.
E mesmo que alguém quisesse ouvir, não ouviria. Como diz minha professora 'Está no sangue'.
Será que eu estou vivendo? Eu não queria ser corpo, apenas corpo. Eu queria mesmo estar bem longe daqui.
Vamos de coincidências então...
Chove um pouco e eu gosto tanto de chuva. Ofereceram-me carona num guarda-chuva, e eu neguei só porque eu queria um pouco daquelas gotinhas no meu rosto. É tão bom isso, sei lá.

"Quando tudo era ausência, esperei..."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Derrota? Not! i will try again!

Então, fiz uma péssima prova, logo, eu estou completamente sem rumo, sem saber o que fazer da minha vida. Eu quero ter a minha casa e seria legal se eu não demorasse mais um ano tentando passar no vestibular... Eu não estudei. Mereci ter ido mal.
Tive vontade de sair, de ligar pra alguém... Mas eu parei e pensei no porque eu faria aquilo. Então eu fui pra casa e ninguém percebeu, e eu nem queria que percebessem, que eu precisa muito de alguém pra me ouvir... E que ironia: o que eu estou fazendo agora? É, estou ouvindo...
Estou prevendo que minha auto-estima, já em baixa, vai sofrer um deslize forte essa semana...
Um vazio toma conta ainda mais dentro de mim, e eu nem tento fazer parar. Eu quero logo ter mais coragem de tudo e mudar de vez.
São dores que eu não deveria ter. Elas deveriam ter ido embora.
Eu sonhei de novo, e pior, eu vi também.
Vi um pôr do sol tão lindo hoje... Espero não ter sido a única a ter visto.

E se você quiser saber...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Que merda é essa?

Eu estou bastante indignada. Isso é coisa de gente que não tem nada pra fazer e fica tentando abrir buraco em qualquer lugar! Quando li o artigo fiquei com muita raiva. Quando eu era criança, eu li muitos livros e nenhum deles considerei racista, cantei muito 'atirei o pau no gato' e nunca tomei isso como um ato violento. Eu tenho certeza que uma criança precisa que um adulto lhe diga o que é certo e o que não é. Se você diz pra ela que uma coisa é racista, ela guarda aquilo como um arquivo e só lembrará daquilo quando passar por um momento parecido.
Agora, querer censurar um livro que já foi vendido pra milhões de pessoas, há anos, só porque interpretou que o autor do livro foi racista?
PUTA QUE O PARIU!
Eu acho isso uma puta falta de sacanagem, 'falta' mesmo!
O brasil(e eu vou escrever com letra minúscula mesmo) já tem um monte de cotas de merda e inventam mais essa, nossa, eu tenho quase vergonha de dizer que sou afrodescendente e tenho de passar por isso. Tenho conhecidos que também são mulatos e que não perdem a oportunidade de dizer que são 'pretos'. Por que isso? Há quem diga 'mas nossos antepassados foram escravizados e blá blá blá...!
Gente que quer se fazer ouvir e não consegue pelo próprio trabalho!
Gente desocupada e que precisa de sexo!
Abaixo os falsos moralistas hipócritas!

Ah o artigo...
¬¬

http://www.sidneyrezende.com/noticia/106892+conselho+nacional+de+educacao+quer+vetar+livro+de+monteiro+lobato+por+racismo

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O sonho na bicicleta...

Ontem eu dormi bem, acredito. Sem interrupções, deve ser psicológico mesmo. Mas não sei qual parte do meu emocional está afetando meu sono.

Na madrugada do dia 2 de novembro eu tive um sonho tão bom, daqueles que dá pra confundir com a realidade. Quando você sente o toque quente das mãos de outra pessoa, o seu cheiro, o seu cabelo, até mesmo quando você consegue ler os escritos dentro do sonho, aquelas placas loucas ou bilhetes que aparecem do nada. Era em cima de uma bicicleta que eu sentia o calor alheio, não sei quem dirigia a bicicleta, mas no sonho eu conhecia. De cima da bicicleta eu via o mundo todo e sentindo o vento acariciar(frase de alguém, não sei quem) meu rosto, eu fechava os olhos e o prazer daquilo aumentava mais. Ai, só sonho mesmo. Eu queria um momento assim, só pra descontrair mesmo. Pra tirar minha cabeça do chão, sei lá, eu to precisando de alguma coisa diferente. Acho que tropecei em algo que parece/pareceu ser uma âncora. Mas...

Começo de novembro... Mais um ano acabando... Que será que vai acontecer até o fim deste?

Eu estou com mais medo do que antes. Um friozinho dentro da barriga já é bastante evidente.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Wish you were here!

Há muito tempo eu não ouvia o som de trovões! É tão bom, sei lá. Tive um momento sozinha dentro do CA, ao som de pink floyd Wish You Were Here, pude olhar pra janela deitada no sofá, vai demorar pra acontecer outra vez... Só faltou as luzes estarem apagadas e eu poder desfrutar apenas da luz dos relâmpagos! So beautiful!
Há quem diga que Pink Floyd é depressivo, antes eu até achava, mas sei lá, eu gosto muito de ouvir as músicas deles. Elas são fortes, mas elas me relaxam muito.
Enquanto eu escutava a música olhando para a janela do CA, eu não pensava nas pessoas, só gostei da combinação chuva e pink! hahahaha Acho que ninguem entenderia mesmo.
Eu já disse que não tenho esperança alguma nos humanos, só pra reforçar essa idéia...
Aaaai, começou a chover forte.... Isso é muito reconfortante! E advinhe o que estou ouvindo? hahahaha
Não estou sendo ingrata, mas eu nunca quis estar aqui.
'how i wish you were here...' Maibe, you were!

sábado, 11 de setembro de 2010

Mundando?

Tem uma coisa que eu estou tentando me responder: Há alguns meses ando dormindo sempre naquela posição fetal, sempre. Tento sempre me policiar, ficar de outro jeito, mas não, de repente estou daquele jeito insistente. Eu queria saber porque. Não encontro explicação alguma. Está demorando pra acontecer. Aquelas mudanças que eu pressentia. Não era pressentimento, era necessidade de mudança.

domingo, 11 de julho de 2010

À prova de fogo...

Eu assisti um filme de carater religioso. Tinha uma idéia interessante e não era, nem de perto, ruim. Com uma trilha sonora assustadoramente incrível, foi paixão a primeira vista. Se não fosse por isso, eu não passaria dos 20 primeiros minutos. Mas fiquei feliz que valeu a pena. Algumas coisas que pensei hoje a tarde coincidiram com algumas coisas do filme, aaaai, sei lá...

Eu também reli um texto muito bom de uma pessoa super inteligente que eu não conheço mas que concordo com tudo o que ela disse...
http://www.fronteiradapaz.com.br/coluna.php?id=1810

Enfim, por hora, é só isso. Não quero conversar com ninguém... Muito menos desabafar...

Ah sim, o nome do filme é 'Fireproof'!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Moço do Cachorro Quente....

Por causa de um minuto.... Por causa de um minuto eu perdi o ônibus... Pensei se ia a pé, mas pelo horário, seria perigoso. 30 minutos pra vir meu ônibus novamente... Que eu faria até lá? Fome! Tinha um carrinho de cachorro quente por perto e fui até lá. O moço que ficava lá era sempre muito simpático. E muito bonito também... Mas não era isso que chamava a minha atenção... O primeiro cara com quem senti atrações físicas foi um meio primo meu. Eu o achava incrível, tinha a altura ideal, a massa muscular ideal, a voz ideal, mas era um encrenqueiro filho da mãe. Foi assassinado antes de eu ficar bonitinha, porque eu era um monstrinho quando ainda adolescente... E ele já era lindo, na minha opinião claro. Enfim, foi, o primeiro cara que me fez suspirar sexualmente... E o cara do cachorro quente é muito parecido, só na voz, um pouco mais aguda que a do meu meio primo. Fiquei olhando pra ele, os detalhes, enquanto ele preparava o meu 'lanche'. As mãos também eram parecidas... A boca, os olhos... Fumante também... Oh tristeza... Mas lindo... Muito parecido com aquele meu meio primo. E pensar que eu quase tive oportunidades de ter 'chegado mais perto'... Mas, sempre aparecia alguém e nunca ficávamos sozinhos... Como se todo mundo já soubesse dos meus desejos...
Enfim, o moço do cachorro quente sempre está lá, mas eu sei que nunca puxarei conversa, ainda não cheguei nesse patamar... Essa trava maldita de comportamento me persegue de um jeito...


"Bonitinha... Mais ainda quando sorri!"

sábado, 12 de junho de 2010

Go Away!

E o tempo parou! Um silêncio tomou conta de tudo e o que me resta é apenas a solidão de um lugar que nunca existiu, que eu nunca conheci. Eu tive a impressão de ter visto uma sombra correndo perto de mim, mas foi apenas impressão. Confesso que senti medo de que não fosse apenas uma impressão. Mas esse silêncio não é bom. Humanos... Sofrem pela falta e pela presença... Humanos... Nunca estão felizes com nada... São eternos parasitas de tudo. Animais!
Gostaria de ser apenas humana, com sentimentos humanos egoístas e mesquinhos, o extinto sexual da raça, suas limitações, suas crenças... Há muito mais pra se aprender. Não basta apenas isso. É preciso ser.
Não é fácil voltar e eu realmente não quero. Já que eu estou aqui, o que me custará continuar? Essa dor não deveria existir... Infelizmente estou cedendo ao contágio humano. Foi inevitável. A loucura me abate cada vez mais e logo chegará o tempo que serei uma relés humana... E se você estiver por ai... Nunca saberá da minha existência, porque é isso mesmo, apenas mais um humano no meio da multidão. Sem rostos... Com sentimentos inalcansáveis. Faça parar... Eu não gosto de sentir dor.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Adeus...

Despedida... De repente acordo sentindo uma coisa estranha, um sentimento de perda estranho. Uma coisa realmente estranha, algo que eu nunca senti na minha vida, um vazio estranho, um tipo de derrota nunca experimentado. Como se eu tivesse nadado muito e muito e muito e gastado muita energia, mas quando eu estava pra chegar... Morri na areia. Uma sensação de vazio estranha e uma coisa que não sei explicar. Eu tentei...
Ai, uma amiga minha vai embora, mas eu acho que me dei conta disso apenas hoje, da falta que ela me fará e das coisas que eu aprendi com ela... Das coisas que eu ouvi dela e com ela eu aprendi a ouvir do jeito certo. Tudo que eu ouvi, são realmente coisas que me farão bem, mas eu ainda não consigo. Sim, eu sou imatura sim, ainda não evoluí o suficiente para entender. Eu ainda tenho medo de me jogar de vez em uma coisa que não é sólida o suficiente para eu confiar... Medo... Eu odeio mesmo me sentir fraca... E, ao mesmo tempo forte... Será que eu tenho toda essa casca grossa? Será que eu devia sair disso e encarar o mundo de outra forma? Vale a pena? "Como eu vou saber se eu não sair do lugar?" Esse é um trecho de uma música que eu gosto muito e só dessa vez eu vou dizer o nome dela: If I Let You Go - Westlife...
Pode até parecer uma banda popzinha, mas na época em que eu ouvi ela, senti uma intimidade muito grande com essa banda, como se ela descrevesse em música muitos dos meus tão escondidos sentimentos...

Olho no espelho com mais vulgor que nunca, daqui a pouco eu terei 30 anos, sem ruga alguma no rosto, e nenhum esforço pra combatê-las. Enfim, eu sou o que eu sempre quis ser. Não tenho que ser diferente pra agradar os outros. Eu acredito que eu tenho todo direito de ser do jeito que eu quiser e escolher o que eu quiser sem que ninguém interfira na minha vida. Eu sou feliz sim. As vezes eu reclamo sim, mas quem não reclama?

O único amor que eu conheço é o dado e recebido pelos meus amigos e pelos meus pais também. Se eu tenho curiosidade em conhecer aquele outro? Maybe...

domingo, 16 de maio de 2010

Pride and Prejudice

Eu não sei como começar.
Ontem. Acordei cedo. Fiz prova e confesso que os olhos azuis do meu professor roubaram um pouco de atenção. Sempre que ele nos dava aula, eu sempre estava no fundo só ouvindo o que ele dizia, mal olhava pra ele. E justo no ultimo dia de aula, mudaram a sala que usávamos e quando eu entrei, ele estava distribuindo as provas e entregou nas minha mãos a prova. Eu devo ter ficado com cara de boba, porque não consegui tirar os meus olhos dos olhos dele. Muito lindos. Azul sempre foi a minha cor favorita, então é claro que um par de olhos daquela cor me chamaria atenção. Enfim, peguei a prova e fui sentar em uma cadeira que quase não me comportava(detalhe que sou super esquelética, tá, tudo bem, nem tanto...), tive de fazer manobras pra poder entrar no estreito lugar. 20 minutos depois levantei e entreguei a prova e fiz questão de admirar os belos olhos do professor, já que seria minha ultima vez. Enquanto isso, ele perguntou alguma coisa que presumi ser sobre a prova, apenas lhe respondi que a prova estava mesmo fácil e saí, deixando pra trás uma sala ainda cheia. O caminho de volta, ou melhor, o caminho de saída do lugar até o meu ônibus é estranho: Eu tenho a impressão que ele é muito mais longo quando ia pra aula do quando eu saía, sei lá porque.... Seguia por uma rua comprida, que dava pra ver "as paralelas se encontrando no infinito". Era um caminho interessante.
Depois disso fui trabalhar e logo depois aquele esquema de terça que teve que ser transferido pro sábado.
Quando cheguei em casa não tinha fôlego, liguei o maldito pc pra instalar um novo antivírus e nada mais.
Uma amiga minha me liga e eu fico muito feliz que eu mesma tenha atendido porque eu realmente prefiro discrição. Voltei a sair de casa pra uma reuniãozinha básica de fim de semana na casa de alguém. Eu adoro fazer isso.... Adoro passar a madrugada inteira conversando ou jogando, nesse caso, finalmente aprendi o tal IMAGEM E AÇÃO, que é muito legal de se jogar! E até comi um tal de macnãoseioquê num lugar que eu não gosto de frequentar. Mas até que foi bom, eu estava com fome... hehehehehe... E, terminou com um filme muito interessante, Orgulho E Preconceito, que é claro que eu gostei muito, pena eu estar ainda pensando nele... Por outros motivos, infelizmente...
Minhas férias estão sendo perturbadas por umas dores antigas, que eu não quero de jeito nenhum que voltem. Estou tentando me policiar e confesso que estou progredindo. Dessa vez eu não quero cair. Já passa da meia noite e a historinha acabou.
Dessa vez e unicamente serei muito explícita: Tudo está muito implicitamente escondido!

Eu me tenho uma péssima notícia: Aquelas dores nas costas chegaram mais cedo do que eu imaginava... Maldição

Eu queria mesmo parar de pensar isso... ... ... ...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Engole o mau-humor, querida... Vai a PQP!

E pensando no tempo que eu tenho só para mim... Eu tive ainda mais certeza que estou certa, apesar da opinião amiga dizer que não. Estou realmente cansada! Essa busca já parou e eu não penso em voltar a procurar. As respostas já estão aqui, todas nas minhas mãos e eu já montei o maldito quebra-cabeça e estou razoavelmente feliz. Sabe, do meu jeito de estar feliz. Ouvi um rumor que me animou por 5 segundos, mas eram apenas coisas da minha cabeça... Aquelas malditas coincidências lembra? Mas agora eu sei mais que nunca, que elas são apenas isso, co-incidências, nada com o que eu possa me preocupar futuramente. E eu que pensava que não tinha me descoberto. Boba! Só estava em duvida, pra variar... hahahahaha
Sempre vai depender da situação. Não importa o que eu faça, você não enxerga nada além da sua imagem em tudo. Eu já cansei. A minha vida é minha e eu não tenho que ser diferente pra satisfazer o gosto dos outros, principalmente gente que não faz diferença alguma à minha vida. Simples, eu sempre digo isso, mas o ego deles contorce essas palavras e eu é que passo por idiota. Mas o lado bom disso é que não preciso ficar com "a consciência pesada" já que o fato de eu achar algumas pessoas idiotas é totalmente recíproco!
E eu ia pra casa cheia de coisas legais na cabeça mas tinha de ter um morto no caminho... Maldição do inferno!

Lembrando das palavras de um amigo "...é muito mais fácil do que parece..."
Ele teve sorte... Sorte... Outro assunto delicado pra falar, mas nem quero, ainda quero acreditar que isso existe...
Cada um acredita no que quiser mas deve respeitar a posição tomada pela outra pessoa. Fato!

domingo, 2 de maio de 2010

Arrependida??????

É simples! Deveria ser! Se eu quisesse alguém pra sei lá, um relacionamento mais íntimo, eu procuraria por alguém que me satisfaça como pessoa e não alguém pra "agarrar" de vez em quando. É pedir demais? PQP Eu não tenho a obrigação de "ficar" com qualquer um! Eu quero poder ter alguém que eu tenha confiança! Simples, confiança é mais do que necessário! Se eu confio em alguém, não importa o quanto gorda, se careca ou qualquer outra merda. É justo comigo certo? Então por que estou sentindo raiva? Eu não vou me apaixonar por uma pessoa que não tem absolutamente nada na cabeça! Fala sério! Eu não sou assim! Eu quero mais que isso, muito mais!
E não, eu não irei sucumbir até você me mostrar que vale a pena pra mim! Se é que você já não desistiu, porque será assim, como eu disse antes, se você não mudar, eu não vou mudar!
Estou certa que não me apaixonarei por você a menos que você ceda. É um jogo e eu aceitei as regras! Como você mesmo disse "eu tenho que ser justa comigo mesma".
Então por que estou me sentindo mal de ter feito essa escolha? Eu não serei vencida! Pode ter certeza! Desculpe, meus princípios são muito rigorosos!

sábado, 24 de abril de 2010

Consumismo obrigatório...

Café com leite. Putz, minha mãe diz pra eu não tomar antes de dormir, mas eu gosto tanto.... Infelizmente, não sinto tanto o sabor que antes sentia, sei lá, como o café que tomo agora não é mais o de antes, como se não fizessem como antigamente. Aliás, muita coisa não são feitas como antigamente, as coisas estão sendo feitas para serem trocadas a curto prazo, para gastarmos mais em consumo.
As pessoas são exatamente como antes, mas eu sempre estive preparada pra elas... Eu lembro muito bem de quando eu descobri que era apenas um menina normal e sem graça... Eu cresci muito rápido, mas dentro da cabeça, porque ainda tenho a estatura de uma criancinha... Tudo bem, nem tanto... hauhauhaha
Que pena chegar a um mundo que parece que não mudará tão fácil, como se tudo tivesse de ser reescrito e começar de novo... Do zero! Acabar com tudo e começar um novo lugar, sei lá, eu perdi as esperanças no mundo, mas nem por isso vou parar de viver, continuo aqui fazendo o que eu resolvi fazer, mas confesso que uma certa tristeza me corrompe quando penso que o que eu faço não chega a fazer diferença com o resto... Triste... Mas de repente, o mundo muda... Talvez...
Será que realmente estamos condicionados a viver de consumismo terrestre e quando não tiver mais nada aqui, rumaremos para outros planetas afim de consumirmos seus recursos, como fazemos aqui?
Eu queria parar de pensar nisso, é perda de tempo... De um tempo que eu já não tenho mais, que eu perdi literalmente.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Harlequin da caixa....


Ela vai dando corda e de repente, um palhaço sai da caixa e desperta a gargalhada dela. Ela coloca ele delicadamente na caixa de volta e dá corda novamente, e de novo, o palhaço sai da caixa provocando aquela mesma gargalhada. Ele fica feliz porque está fazendo ela rir, mas na terceira vez que ela o invoca, ele sente uma coisa estranha, um pavor daquela risada, que não tem mais a alegria que ele tanto gostava. E de novo, ele volta pra caixa torcendo para que ela pare, que não abra a caixa, que o deixe ali, quietinho, sem movimentos, ele quer apenas o silêncio do seu esconderijo, da sua caixa. Sem ter que ouvir aquela gargalhada pavorosa e enxergar os olhos cheios de não sei o quê. Mas de novo, é preciso sair da caixa e encarar aquela menina, aquela criança que esconde um mundo inteiro de perguntas e loucuras. O palhaço, temeroso, olha, freneticamente apavorado, pelas fendas que deixam a luz entrar na caixa, procurando desesperadamente se preparar para a próxima vez que verá a menina. Ele não sabe, mas o que ele sente, nem ele sabe. Seu rosto muda, seu sorriso perdeu completamente o sentido, e uma lágrima escorre do seu rosto, está feito. O pequeno Harlequin sente dores que não era pra sentir. Muito mais profundo que isso é o que ele diz pra si mesmo. Ninguém entende o palhacinho e sua dor continua crescendo. Ainda mais quando tem de, obrigatoriamente, se encontrar com aquela criança.

Aos elfos puros de coração...

Então, aquele texto que escrevi na praça vai demorar para aparecer por aqui, mas aquele dia ainda me chama muita atenção. Aconteceu coisas que a tempos não aconteciam e sei lá, confesso que fiquei curiosa e hoje, ao invés de ir pra aula, fui viver um pouquinho uma outra vida, que há muito também estava perdida. Foi quieta que eu percebi uma coisa que me batia de um jeito que não me deixava dormir: Religião! Por que tantas existem e cada vez mais aparecem mais? Então, eis que um grupo muito grande de pessoas preocupadas com os humanos e desejosos de paz a todos resolveram escrever um livro e nesse livro eles contaram a vida de um ser magnífico, sem pecado, apenas com boas intenções que gostaria que todos os humanos vivessem em harmonia e que nenhum deles se rebelasse um contra o outro. Assim ele "criou" algumas regras e disse que se os humanos não as cumprissem, eles seriam castigados. A história pegou e pegou de um jeito que deu muito certo. Mas como tudo sempre tem um lado ruim, aconteceu que algumas outras pessoas, em diferentes lugares tiveram a mesma idéia, e a história deles e as respectivas leis diferiam um pouco, mas tudo caminhava sempre para a mesma paz universal. Essa divergência começou a gerar conflitos e logo aqueles descendentes das chamadas religiões, fizeram um alvoroço enorme e agora cada um diz que quem não seguir as tais regras pela igreja tal, vai pro inferno! "Mas se todos não temos 2 religiões, fomos todos pro inferno?"(Isso eu recebi de um email de um amigo meu) Realmente Deus não existe, o que existiu e existe um pouco ainda, são pessoas que querem que o mundo seja um lugar bom e que as pessoas ajam em paz com as outras. "A chuva cai tanto para o justo quanto para o injusto"(frase dita no filme "The Watchmen"), foi uma frase decisiva na minha vida. O fato de eu não acreditar que Deus exista, não quer dizer que eu não deseje essa paz universal. Eu faço, tento, fazer a minha parte, mas tem muita gente extremista que não sabe o que está fazendo e com certeza esqueceu o propósito daquele "livro sagrado"(O propósito, não falo das suas leis!). Em todas as religiões você vai ouvir: "Nós fazemos isso..." logo antes ou depois de uma crítica para uma outra religião. Muitas coisas fizeram sentido pra mim depois daquela terça-feira. E hoje foi muito mais interessante, porque eu encontrei o filtro certo. A maior parte das pessoas tem que acreditar em algo(no Deus criado pelos humanos) porque viraria um verdadeiro caos se cada fizesse do jeito que lhe coubesse melhor. Eu acredito em evolução sim, vou ao médico e uso energia elétrica! EVOLUÇÃO! Uma vez assisti um filme que era muito interessante e que passava um idéia incrível, pena eu não lembrar o nome do filme. Vou tentar procurar no "Google" pela síntese do filme. Hauahauhahaaha Lhe soa engraçado? Eu sei, mas as risadas só acontecem se você realmente entendeu o contexto...
Nai anar caluva tyelianna!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Papel de bala....

Foi tudo ontem. Sentei na praça logo depois de uma notícia preocupante. Escrevi, sem parar por pouco mais de 30 minutos, foi uma folha e meia de sulfite...
Escrevi sobre uma porção de coisas e percebi coisas estranhas também...
Coisas interessantes aconteciam ao meu redor e eu fui escrevendo... Iria colocar aqui, mas e a preguiça? Enfim, resolvi fazer apenas um breve comentário...
Aquelas 2 horas, antes de labutar, mexeram comigo, eu não sei se devo falar sobre isso, mas logo que eu criar coragem eu publico aquele texto enorme...
Enquanto tentava lembrar dos detalhes e toda a sequência, eu ainda estava bem, mas hoje, foi complicado. Concentrada demais no trabalho e nas músicas que eu escutava, fiquei quase que completamente fora do ar. Reclamaram... Justo eu que quase não falo!?
Não sei. (Pausa gigantesca olhando para aquele ultimo ponto final)
Eu queria parar de pensar nisso, queria arranjar outra coisa pra ocupar meus pensamentos... Já acabou, eu perdi. O que ainda me resta?

Um mimo e um toque. Diferentes. Discretos.
"...Coming back to life"

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Não consegui evitar... Mas quem sabe eu não quisesse?

Escolhas, você não pode fugir delas, mas pode, de repente, burlá-las. Quando lhe é posto um caminho que temos obrigatoriamente de passar por ele, mas por algum motivo não estamos, ou não nos sentimos, preparados para tais obstáculos. Aí chega um alguém qualquer e lhe diz que você deveria fazer isso e aquilo, que sempre funciona, mas na cabeça desse indivíduo nada passa além da própria vida. Este ser não percebe que cada um tem tempo e que as idéias que ele tem não são exatamente a que todas as outras pessoas tem. Eu odeio essa obstinação em fazer as pessoas iguais a ele. Eu realmente não gosto disso. A parte pior, é quando este ser maldito não ouve nada do que você diz, mesmo quando você o escuta em todas as asneiras que ele diz. Nada, absolutamente nada, não dá a mínima importância para o que você diz, fica argumentando que o que você escreve é "pobre". Pobre é ele que não tem nenhuma originalidade e nenhum senso do que os outros pensam a respeito do que o infeliz diz. Raiva, eu estou sentindo um ódio tão grande que poderia passar com o carro em cima deste ser. Seria como se eu fizesse um favor pro mundo, menos um idiota no mundo. Que é isso que ele é, um idiota!

Sonhos, eles chegam de todos os jeitos. Bombardeio! De repente, em menos de 2 segundos, vários tipos lhe invadem a cabeça e você está alí, sem absolutamente poder fazer nada pra contrariar. Morte, Sexo, Música, Dinheiro... Um monte de coisas que não fazem sentido algum e você fica horas pensando se aquilo tinha uma mensagem subliminar...

30/03/2010 15:31


Correção, hoje é 07/04/2010 15:14... Uma semana sem tormentas... Um preço meio alto foi pago... :[

Eu escreveria sobre um comentário, texto que recebi... Mas não tive inspiração... Agora também não estou nada com imaginação, mas quero escrever... De fato as coisas aconteceram como uma outra pessoa queria, mas de repente(respira fundo, bem fundo, de novo...)...Deixa pra lá. Um dia eu tenho certeza que vai passar.
Sonhei outra vez, aquele sonho que antes eu achei que significava outra coisa, mas não, era exatamente aquilo. Procuro desesperadamente uma porta ou janela aberta em outro lugar. Não consigo encontrar, mas não vou parar, não quero desistir. Fugir!
Aquele outro sonho, dentro da casa que de repente vira um trem... E o ultimo sonho, dentro do meu quarto, meu cabelo curto, parecendo inovação ou talvez rebeldia, e só observando... As palavras eu não lembro de nada porque dentro do sonho eu já sabia, era sonho. E você sabe que os sonhos que temos durante o sono são alguns desejos contidos que sabemos nunca se realizarão... Dor em saber que aquilo não será verdade. Mas quem sabe, daqui a pouco, não serei eu quem fará parte disso. Doce ilusão... Mas eu sei que vai passar.
Ultimamente anda chovendo todos os dias... Mas agora, além de chuva, faz frio. O inverno será ainda mais rigoroso.
Ai, não consigo, isso é tão ruim, acabei de imaginar: se tudo que vai, realmente voltar e você acaba pagando pelas coisas que faz, então, eu realmente mereço isso.
Mas por quê? Por que nunca me é reciproco? Por quê? Como eu odeio isso, podia ser mais simples, seria perfeito, mas não. Tem que ser do jeito mais cruel. Eu detesto sentir dor, mas seja merecido, talvez. Eu gostaria de saber. Complicado. Dormir, mais uma vez, não é possível. Alguma coisa não está dando certo, uma dor diferente está tomando conta da outra e preocupando... Por que você não pode me ajudar? E se eu deixar que as coisas mudem? Mas como eu vou saber se fiz certo? Por que as pessoas insistem em me dizer o que eu tenho de fazer? Eu gosto de ter escolhas, de poder ter que escolher. Eu já escolhi, há muito tempo me fiz assim. Então, não se preocupe comigo. Um dia eu poderei lhe agradecer. Por favor, vá embora. Deixe-me aqui. Preciso de um pouco de solidão. Um barco no saara. Deixe-me aqui. Eu preciso desse tempo sozinha. Escondida. Deixe-me aqui. Eu já não preciso dos seus empurrões. Eu já cresci. Você é que não percebeu...

domingo, 21 de março de 2010

The Eyes....

Os olhos... Não quero perdê-los de vista... Eu tenho certeza que eles voltarão, eles sabem onde encontrar os meus e eu tenho certeza que logo voltarei a encontrá-los... Peculiarmente diferente... Fez um bem que eu não sentia há muito tempo... Fiquei pensando e lembrando e procurando. Foi em silêncio e é um segredo nosso. Eu fiz minha parte e eu sei que você se arrependeu de não ter feito a sua.

Espelhos, eles me são tão atraentes, não por refletir meu reflexo, mas por refletir tudo... Tudo que reflete é tão bonito... São os olhos os mais belos espelhos...

sábado, 20 de março de 2010

Frio....

Seria como igual água escorrendo pelas suas mãos... Um sentimento pobre lhe invade e você sucumbe... Está perdido e não tem como voltar... Pensa em uma estratégia mas sabe que não conseguirá se recuperar... O vento tomou conta de tudo e você tem a impressão que tudo acabou... Tudo destruído... E o frio chega devagar... Vai corrompendo todo resquício de força... Aquela dor maldita cresce a cada minuto e a vontade de cair vai aumentando cada vez mais... Começou a chover e a vontade de continuar inerte é muito grande... Dormir... Que não me venham sonhos esta noite... Preciso descansar...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Aqueles pontos brilhantes...

São tão lindos... Eu poderia ficar horas olhando pra tudo aquilo... Só olhando, sem pensamentos... Sentindo só o vento bater bem suavemente...
Mas eu não posso...
Preciso descansar este meu corpo, cada dia mais frágil...Eu tenho dúvidas ainda... Eu não sei se eu deveria mesmo fazer... O que eu faço? Será que eu ficarei pra sempre repetindo as mesmas coisas?
O céu é tão imenso... Eu me sinto tão inferior, mas ao mesmo tempo tão perto dele... Os sonhos que perseguem minhas dores estão se apagando... Há tempos que eu não sei mais o que é estar bem... Eu deveria ter evoluído, e não decaído... Eu preciso dormir, mas estou completamente sem sono...
A carne está fugindo de mim e eu tenho medo de não conseguir segurar o resto... Estou novamente querendo parar tudo, mas já fiz tantas vezes isso que preciso saber como será se eu fizer diferente...
Olhe para o céu... Ele estará quando você precisar...
Eu estava certa... O toque mudou, as palavras são mais doces e o medo está menor... Existe uma certeza crescendo dentro de cada um... Você sente que eu estou enfraquecendo porque exatamente isso, eu não quero mais fugir... Eu quero que seja diferente... Vamos fazer diferente?
Quase início do inverno... As noites cairão mais estreladas e eu gostaria de ter um tempo pra poder "perder" só com elas...
"Repousa em paz em baixo da abóboda estrelada..." Eu tive orgasmos quando li isso em um livro por aí....
Ela está quase completamente nas suas mãos... Falta pouco e ela se entregará vencida... O ultimo grito de ataque antes do suspiro final... Está prestes a ser nocauteada...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A parte ruim da ída é a volta...

Um fim de semana peculiarmente maravilhoso. Tudo começou com um chamado para um churrasco em Itapoá, na casa do Marlon. Algumas pessoas foram chamadas e como eu sabia, não estaria longe de alguns bons amigos meus que são também do Marlon. Por pouco não perco o churrasco, estava passando por uns probleminhas em casa e financeiros, mas o financeiro, já foi resolvido e eu fiquei mais aliviada. Fui então, pra casa da Manu com a Lili e a Maya, depois encontramos o resto do povo no mercado pra comprar as 500 latas de cerveja encomendadas pelo Marlon. E assim, rumamos para o litoral catarinense. Eu acabei por ficar no carro com o Marcão e o Murilo, e tive de escutar um pagodinho parte da viagem, mas para minha sorte o rádio pifou e pude escutar meu somzinho sossegada sem peso na consciência, mas isso acabou quando a Manu resolveu, enquanto estávamos do lado do carro dela, virar o carro do nada, de repente, e a freada fez com que o rádio voltasse a funcionar. Triste.. Mas calma, não aconteceu nada. Temos ótimos motoristas.
Eu pude ver aquela borboleta azul passando logo acima do carro.
Chegamos então a casa do Marlon, e já na entrada tinha uma plaquinha com o escrito "Deus abençoe essa bagunça". Descarregamos os 2 carros, e todos ficaram alvoroçados com a quantidade de cerveja e alguns diziam "Vai durar até o próximo fim de semana!" Fotos ao lado da enormes pilhas de caixas de cerveja. Calor, muito calor, quente pra burro e o Marlon dizendo "O mar tá bom!" Beberam, descansamos, e fomos ver se o mar estava mesmo bom. Eu não sou muito fã de praia e nem fiz questão de levar biquini(na verdade morro de vergonha!) Fui apenas molhar os pés, mas não resisti, entrei de vestido mesmo e aquela sensação, eu nunca mais terei em toda a minha vida... Aquela água, estava mesmo boa, ela não estava fria, devia estar uns 15°C, muito boa, fiquei repetindo isso o tempo todo e mesmo sabendo que estava sendo repetitiva eu pensava em dizer aquilo o tempo todo. E "brincando" na água, eu caí em mim, e lembrei de umas coisas... 'Um buraco estava na minha frente e eu tive vontade de cair...' Mas calma, escolhas são feitas o tempo todo. Todos enxarcados, rumamos de volta a casa do Marlon, e lá, ótimas carnes assadas estavam nos esperando... Nossa, eu comi tanto... Lá pelas tantas o jantar estava pronto e ouvimos o discurso do Marlon em agradecimento a presença do pessoal. comemos e rumamos para a praia outra vez, com champange pra abrir a meia noite. A águua estava boa d novo, mas eu não podia molhar aquela outra roupa, senão ficaria apenas de calça e blusa naquele forno... conversamos, brincamos. Tudo bem, eu não fiz nada disso, apenas tirei fotos e olhava. Jogaram areia no cabelo do Marlon milhares de vezes, também o levaram pra água, e eu ali, só a curta distância olhando para o céu todo estrelado e para as ondas, ouvindo cuidadosamente seu barulho. Um cachorro filhote decidiu nos perseguir mas encantou todo mundo... Sem mais nada pra fazer com minha câmera, resolvi levá-la para casa(do Marlon) e eu fui com a Maya...Conversamos pelo caminho... Na praia apenas ríamos do Marcão coberto por areia e do trio Manu, Maya e Lili dançando umas músicas antigas que o carro do pai do Marlon "produzia". Começou a garoar de leve e apenas eu percebi. Começou a aumentar a chuva e quase todos correram para o carro. Eu não sabia o que fazia, porque era chuva e eu precisava daquilo, mas iria ficar sem outra mais fresca. Sucumbi e fiquei. Foi bom, em 5 minutos estava enxarcada. Continuou mais um pouco mas o povo que dizia "É só chuva!" resolveu juntar tudo e ir pra casa(do Marlon). Fomos caminhando e descalço eu sentia uma vontade imensa de cair... Mas tinha uma pessoa ali em estado pior talvez que o meu. E eu não "dividí" a minha angustia com ninguém. Procurei me manter longe, tentei disfarçar. Eu olhei para o mar o tempo todo e aquilo parecia gritar... 'Aquele buraco maldito me tentando a cair nele' Estávamos em casa(do Marlon) novamente e eu percebi que não conseguia disfarçar, mas apenas dizia que estava cansada. Jogamos truco, tentamos na verdade, todos conversavam fervorosamente. Lá pelas 5:40 resolvi deitar, minhas costas estavam pedindo. Deitei com meu somzinho no ouvido e descansei, quando estava quase dormindo, Rose me acordou para irmos ver o nascer do sol. Fomos, mas a desgraça estava nublada... Achamos o chinelo do Marlon(que segundo ele, não estava no lugar em que ele havia deixado mas estava, ele só estava procurando outra coisa, estava 'ocupado'). Tropeçamos em todos os isqueiros perdidos e 'brigamos' com um siri ou caranguejo(eu não sei a diferença). Voltamos e eu fui me arranjar para dormir... Quente demais, não tinha como, eu apenas cochilava levemente, e quando me dei conta, estavam todas fora do quarto 'espalhadas' pelos sofás da sala com um ventilador ligado... Tentei o sofá do canto, mas foi em vão, quente demais... Eu estava morta... Fiquei zanzando pela casa, tentando encontrar um lugar mais fresco. Não achei... Depois de mais uma assada de carne, muito boa, e mais um tanto de cerveja consumida. Eu resolvi só me largar no sofá e tentar ao menos descansar... Depois de quase um hora, eu consegui dormir, mas foi por pouco. Fui despertada pelo Chinês perguntando se eu queria ir embora com eles, e eu aceitei. Fomos eu, Rose, Chinês e Lili. Trouxeram-me em casa e a Rose não aceitou que eu pagasse metade da gasolina da volta. Bom, fica pro próximo fim de semana em Curitiba, já que o Marlon estará aqui. Desceram do carro e alí conversamos um pouquinho enquanto eles fumavam em frente a minha casa. Minha mãe curiosa foi ver quem era o dono do gol branco estacionado em frente a casa dela.
Teve um momento, durante a viagem de volta, que eu presenciei o pouso de uma ave enorme, eu quase chorei, meus olhos encheram de lágrimas e quase não aguentei. E só de escrever sobre esse detalhe do passarinho eu quase choro de novo.
Hoje é aniversário do meu pai, que eu amo muito. Eu liguei pra ele quando estava lá no Marlon ainda, mas sabe como é a conversa dele... hehehe
'Eu sei que não aguentarei, esse buraco está fundo demais e me causa vertigem...'

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Simpático como um curitibano!

Segundo José Carlos Fernandes, tirado de uma coluna da Gazeta do Povo:

"Não nos leve a mal
Verão senegalês da última semana pôs à mostra uma marca de nascença curitibana: aqui, 'dia lindo' não é sinônimo de 'dia ensolarado, com temperatura em elevação'

Tenho por princípio rejeitar todas as teorias sobre o estranho modo de vida dos curitibanos. Não passam de teses preconceituosas, sem base antropológica e empiricamente não comprováveis. Basta, por exemplo, nos reservar 15 minutos de atenção para destruir a crença de que não damos trela a estranhos. Quanto ao constante rabo de olho durante a conversa – deixe quieto: trata-se de um inofensivo reflexo condicionado herdado dos antepassados ou resultado de algum vento que bateu nas costas.

Indignado com a facilidade com que os forasteiros nos chamam de desconfiados e fechados, cheguei a convocar uma amiga, amabilíssima, a iniciar uma cruzada pela redenção moral da gente daqui. Fundaremos uma confraria. Ela, sorridente, falante, sempre de portas abertas, dona de uma voz maviosa – um verdadeiro canto da gralha-azul – será o símbolo da nossa civilidade. Graças ao nosso grupo, há de vingar em todo o território nacional a expressão 'simpático como um curitibano'.

Saiba mais
Nos Alpes de Pinhais
O que Espinosa diria sobre isso?
Antes que me esqueça
Tenho cá para mim que o sotaque é o culpado de nos acharem “pouco dados”. Nossa fala, que dó, não tem a doçura mineira, a brejeirice paulista, a fluência carioca, o encanto pernambucano. Nossos 'ês' – ditos com ênfase operístico – podem desafinar e ter o efeito de um pé de ouvido. Mesmo assim, há dicções autóctones agradabilíssimas, como a da jornalista Valéria Prochmann e do livreiro Aramis Chaim. Adoro ouvi-los falar.

Dias desses, dois garçons – um gaúcho e outro cearense – me confidenciaram ter a impressão de que os fregueses estão brigando com eles: 'EscuTE, moço, me traga o cardápio. Agora...' De fato, parece um pito. De fato, as susta. Um dos garotos jurou estar de malas prontas. Contei-lhe um ocorrido.

Reza a lenda que Miguel Fa labella criou a personagem Bozena depois de, em visita à capital, dar autógrafo a uma rotunda e severa 'RUTE' – que se apresentou como se batesse continência ao Füher. Depois do susto, o ator se esbaldou no riso e deu o troco. É o que todos deveriam fazer. Disse isso ao garçom. 'É o nosso jeitinho... Daqui a três anos você não vai querer morar em outro lugar.'

Em Curitiba, defendo, não se deve ter pressa para travar relações sociais. As amizades custam, mas são para sempre. É preciso entender nossa parcimônia em escancarar os braços e o sofá da sala. Tudo aqui era mata fechada de pinheiros, lugar de passagem de tropeiros – muitos de maus-bofes. Vai saber quem é quem. Além do mais, tinha muito rio raso e feio, índios canibais e temperaturas polares. Mexe com o humor, né, por uns quatro séculos, como se vê.

A escuridão e o frio macularam nossa alma. Mas somos gente. Sabemos tudo sobre a vida do vizinho, mesmo falando muito pouco com ele. É praticamente um modelo de gestão. Por isso digo e repito: forasteiro, não desanime. Procure um curitibano para chamar de seu. Ele existe e põe a mesa do café da tarde esperando por você. Diante do chineque fresco, há de contar como o nonno e a baba desbravaram o Orleans e do seu sonho de Santa Felicidade. Falará os podres de uma família inteira – que não aquela em que nasceu – e o que pensa do metrô. Somos todos historiadores e urbanistas natos. Somos irresistíveis.

Em tempo, temos uma marca de nascença: o horror aos chamados dias lindos. Que é isso, companheiro? O pessoal da meteorologia chama manhã ensolarada e com elevação da temperatura de 'tempo bom'. Só se for para a fuça deles. Dias felizes são cobertos de nuvens, com chuviscos depois do meio-dia, seguidos de frente fria da Argentina e súbita 'queda da temperatura no início da noite'.

Aqui é assim, nego: o povo só se sente bem quando a luz é prateada. Não nos leve a mal: nossa fala é seca como o cinza da paisagem que nos aninha. Se o céu hoje ficar nublado, bom dia!"

E concordo com ele!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Momento de fúria contida...

Como dito anteriormente, eu não sei quem eu sou e estou bem longe disso, também não sei o que eu quero e também estou muito longe disso. Mas eu sei de algumas coisas que queria fazer:
-Já sei odiar algumas pessoas só pelo fato delas existirem;
-Já entendi que o certo é o que você acha certo(mas não exagere, não queira ter tudo o que você quer, pois acredite: você não vai ter!);
-Já resolvi que serei sempre ruim com quem é ruim comigo;
-Já decidi que serei sempre legal com as crianças(por mais que elas sejam pestes);
-Já decidi, há muito tempo, que serei sempre leal aos meus amigos desde que eles não me machuquem;
-Já escolhi não fazer algo porque outra pessoa quer só pra agradá-la;
-Já decidi dizer o que tem que ser dito por mais que doa em mim ou na outra pessoa;
-Decidi não me entregar ao amor, já que esse campo é tão complicado, e não há quem eu conheça que não sofra por causa de alguém, as vezes eu acredito que não exista amor correspondido(mas talvez eu exagere...);
-Escolhi não fumar nada;
-Escolhi ser inteligente(mas isso não significa que eu já tenha me transformado em um gênio, zilhares de anos luz pra eu deixar de ser burra!)
-Escolhi ter filhos;
-Escolhi desistir do curso de Física;
-Escolhi ter coragem pra fazer grandes mudanças em minha vida;
-Escolhi sempre me colocar no lugar das pessoas, independente da situação, mas se a pessoa não fizer esforço, eu não terei dó de pisar em cima, já que eu escolhi devolver todos os tapas na mesma proporção(tudo bem, eu confesso, 2,3,4, quantas vezes for necessário a mais) de força;
-Decidi que quero me formar em mecatrônica, medicina, talvez matemática também, mas ainda não sei que ordem seguirei;
-Decidi tentar me descobrir;
-Decidi ignorar a presença de uma filha da minha mãe, porque se eu não fizer isso, serei condenada a morte, ah não, não tem pena de morte no Brasil) então prisão perpétua por homicídio doloso(do tipo que eu usaria um bastão de baseball, como no filme Bastardos Inglórios, filme incrivelmente maravilhoso...);

Tudo bem, eu preciso ter calma, em poucos anos estarei formada, empregada e morando na minha casa, sem visitas daquela filha da minha mãe. Só eu sei o quanto aquela garota maldita me incomoda. Mas calma, logo logo ela engolirá aquela frase dela: "Cada um recebe o que merece!"

Sinto-me aliviada...

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Calor, frio, febre...Bem mal!

Por enquanto está tudo como disse que ficaria. Mas logo começa a correria e aí é que eu não sei se continuarei forte. Ontem fui surpreendida por um chamado de algumas amigas minhas, que amo muito de todo o meu coração: Eu estava, eu estou, sem dinheiro algum, mas elas disseram: "Não interessa, venha logo!" É claro que eu fui, e foi muito bom... Eu não bebi, mas comi tanto... Enfim, me disseram pra ficar a vontade, o de sempre, e eu fiquei... Bom, dormi entre duas das minhas 4 amigas, e fiquei com medo de acordá-las com os meus movimentos. Eu quase não dormi, mas pelo menos não passei frio... Levantei logo depois que o ultimo "sobrevivente" sucumbiu ao sono, e fiquei perambulando pela sala enorme da Manu. Tirando um pouco das latinhas de cerveja vazias e os copos sujos espalhados por toda a casa. Eu amo muito meus amigos. E só eu sei o quão bom é ouvir: I trust you! Mas aquilo de verdade sabe, não da boca pra fora, só em alguns momentos, aquele de verdade, que até vem acompanhado de um fato comprobatório da confiança que se pode depositar em mim. Eu sei... Só eu sei... Essas 4 meninas, nossa, eu amo muito e eu conheço elas e sei do que elas são capazes. Também há outras, mas estas farão parte em breve dessas cartas... Cartas? Eu escrevo para os outros lerem. Na verdade eu escrevo para pessoas que eu não conheço, e que não me conhecem. Como um livro, o autor nunca sabe se vai agradar o leitor, mas mesmo assim, insiste em chegar ao fim. Mas o fim que ele sabe que não é o fim, porque todos perdemos grandes pensamentos a todo momento... Talvez todos já tenhamos descoberto o "sentido da vida", mas nem percebemos que era esse a conclusão da idéia... Tudo bem... Eu vou parar... O frio que apenas eu senti ontem está se transformando em gripe... Espero mesmo que tudo continue do mesmo jeito...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Você tem medo de que?

Parece que está na minha frente já, eu não consigo escolher. Essa semana foi de muita pressão, e eu pensei muito. Ainda acredito que apenas existem coincidências e talvez um dia isso me seja um benefício. Meu medo anda crescendo. Eu não estou conseguindo me expressar em palavras. Eu queria me entender. Eu não sei o que eu sou e tenho medo de nunca saber. Faz sol lá fora mas o meu telhado está todo furado... Estou literalmente parada, eu não sei o que exatamente espero acontecer. E por isso o meu medo. Essa mudança tem que acontecer. Eu não posso fugir dela. Já esperei demais por isso e não posso mais adiar, agora eu vou ter de ceder ou serei levada, de qualquer forma, eu vou ter que seguir... Como eu disse antes: Ainda choverá muito este ano. But don't worry, I trust you. Foi a frase que eu ouvi hoje... Foi aniversário da minha chefe da Biblioteca Central.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Só pra não perder um perfil todo inspirado numa tentativa de contato exterior...

Com personalidade forte e as vezes mau-humorada, não fujo de uma briga nem que eu esteja em larga desvantagem... Orgulhosa pra caramba, mas com razão... Amo ler livros de ficção, de ação, amo filmes de tudo quanto é jeito, amo animaizinhos de todo tipo, mas confesso gostar dos mais exóticos, por exemplo, gostaria de ter uma baleia como peixinho de extimação e um morcego como passarinho de quintal, amo doces de tudo quanto é jeito, amo tortas, na verdade eu amo todo tipo de comida, encaro qualquer coisa que não esteja se mexendo...Tenso...Amo esportes e adoro futebol.. sou preconceituosa com homem que não gosta de futebol, sei lá porque...Tenho uma queda feia por cabeludos, mas estou em processo de auto-ajuda, não tenho sorte com os desse tipo, parece que o cabelo comprido faz pressão extra no cerebro deles... triste... Eu adoro ouvir, mas também gosto de falar.. Percebe-se... Eu gosto de tudo no lugar, mas tem dias que eu prefiro o contrário... Eu não sei o que eu quero, mas no momento estou decidindo... Os meus surtos acabaram e estou mais tranquila, prometo não fazer merda, no sentido de coisas extremamente erradas e perigosas...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cold rain...

De bicicleta eu resolvi voar por aí... O Google Earth ajudou, eu já conhecia o caminho, mas tinha medo de ir sozinha. Mas quando eu cheguei perto, foi me dando um medo maior e uma coragem me desencorajando foi crescendo. Eu fui parando e olhando aquela rua imensa seguindo em linha reta e ninguém na rua, nenhum carro. Eu pensei e quase parando a bicicleta, eu decidi. Acelerei e corri como nunca tinha corrido antes. Logo eu alcancei a BR116. Eu lembro que quando era criança e pegava escolar que aquele caminho era perigoso e que se ouvia falar muito de estupro e roubo, e que eu tinha medo. Mas eu fui... Andei mais uns 100 metros e entrei na próxima a esquerda, era a rua que levava pra minha casa. E por ela eu fui... Buzinaram pra mim no caminho, mas eu não tinha mais medo, continuei quieta. eu estava sem fôlego pra xingar... Hehehehe... E nessa rua, que na minha época de escolar eu também tinha medo porque era deserta e cheia de mato, eu vi que ela não era assim, tão comprida como eu achei que fosse. Ela estava diferente. Começou a chover! Ela veio fria. Eu estava completamente quente pelo esforço do caminho. Eu fechei os olhos e sei lá, não sei dizer mesmo o que eu senti... Foi extremamente incrível, pena terem sido algumas gotinhas apenas. Eu esperava A Chuva... Como das outras vezes que eu "tomava banho" andando de bicicleta. Na verdade eu comecei tudo errado. A princípio era apenas pra eu ir até o colégio do meu sobrinho mais velho e pegar uma transferência. Mas na volta eu percebi que precisava andar mais. E decidi no caminho mesmo que faria um percurso diferente pra voltar pra casa. E eu fui. No total foram 10 quilômetros e meio. Até que foi bom, já que faz tempo que eu não andava. Detalhe claro, eu não posso deixar de mencionar: Tudo na marcha pesada! Depois de tudo, de chegar em casa só com aquela garouazinha de nada, eu tomei um banho gelado, o que seria frio pra você é o meu gelado, e o que seria quente pra você é o meu morno. Tenso, eu tenho problemas com banho frio, não consigo. Mas hoje, deu tudo certo. Agora é pensar quando vou ter coragem de ir pra Morretes, e tem que ser logo, antes que as águas frias de agora, fiquem geladas com a troca de estação...
Naqueles miléssimos de segundo de olhos fechados na chuva, foi como se eu estivesse em outro tempo, uma outra dimensão. É tão ruim acordar e ver que tudo está do jeito que você deixou, é ruim ter a certeza que você não pode voltar. Que está tudo alí, é você quem tem que buscar. E novamente, escolhas...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Aquele sorriso...

Pela janela, eu vejo as pessoas passando e sorrindo de um jeito estranho e de repente, eu não sei como aconteceu, eu estava correspondendo. Mas eu estava de novo naquela sala e agora sabia que eu estava sonhando... O azul... Elas ficam tão lindas de azul... Mas de repente eu senti uma sensação estranha... Uma pergunta me ocorreu, uma dúvida: Será que eu deveria arriscar? Quem sabe? Aquele sorriso, eu deveria sorrir mais, eu tenho certeza disso...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

You know

Começar um bom ano. Como fazer isso acontecer? Tenho agora apenas um empecilho e acredito que ele não irá me incomodar se eu fingir que ele não existe, já que ele é uma pessoa. Simples. O que eu quero eu conseguirei atrair pra mim com um força muito maior que qualquer outra e eu sei que consigo tudo o que eu quero. Agora mais do que nunca! Decidi deixar de lado algumas coisas, que eu posso resolver no futuro. Coisas que me incomodaram muito há anos e que ainda me fazer cair em dor. Eu decidi! Será diferente! E eu tenho certeza que dessa vez eu estarei bem e que nada vai me impedir de levantar e quando isso acontecer nada nem ninguém vai me derrubar. Eu sei o quanto sou forte e o quanto eu consigo se eu lutar. O mundo está aí e se eu não fizer nada, nada será feito por mim. Eu decidi, será diferente! A partir daqui tudo inicía uma nova era. Deseje-me sorte e que meu caminho seja certo. Eu sei que tudo me leva para o mesmo fim!