E de novo, eu inventei na minha cabeça um ser que gostava de mim e me tratava bem. Me dava bom dia, sorria pra mim quando me via. Que me procurava para saber como eu estava e todo dia ele sorria pra mim.
Hoje, me dei conta que ele não estava ali mais. Que eu inventei tudo isso para amenizar minha dor. Para fingir que essa espera não está me matando. Para me convencer que dessa vez, ia ser diferente. Mas, infelizmente, não está sendo.
Mas, como eu mudei, estou otimista.
Um dia, em breve, esse ser vai sair da minha cabeça e se materializar. E vai ser melhor do que eu imaginava.
E enquanto ele não vem, preciso respirar fundo, tomar coragem e fazer minha caminhada sozinha mesmo.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
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