domingo, 14 de fevereiro de 2010
Calor, frio, febre...Bem mal!
Por enquanto está tudo como disse que ficaria. Mas logo começa a correria e aí é que eu não sei se continuarei forte. Ontem fui surpreendida por um chamado de algumas amigas minhas, que amo muito de todo o meu coração: Eu estava, eu estou, sem dinheiro algum, mas elas disseram: "Não interessa, venha logo!" É claro que eu fui, e foi muito bom... Eu não bebi, mas comi tanto... Enfim, me disseram pra ficar a vontade, o de sempre, e eu fiquei... Bom, dormi entre duas das minhas 4 amigas, e fiquei com medo de acordá-las com os meus movimentos. Eu quase não dormi, mas pelo menos não passei frio... Levantei logo depois que o ultimo "sobrevivente" sucumbiu ao sono, e fiquei perambulando pela sala enorme da Manu. Tirando um pouco das latinhas de cerveja vazias e os copos sujos espalhados por toda a casa. Eu amo muito meus amigos. E só eu sei o quão bom é ouvir: I trust you! Mas aquilo de verdade sabe, não da boca pra fora, só em alguns momentos, aquele de verdade, que até vem acompanhado de um fato comprobatório da confiança que se pode depositar em mim. Eu sei... Só eu sei... Essas 4 meninas, nossa, eu amo muito e eu conheço elas e sei do que elas são capazes. Também há outras, mas estas farão parte em breve dessas cartas... Cartas? Eu escrevo para os outros lerem. Na verdade eu escrevo para pessoas que eu não conheço, e que não me conhecem. Como um livro, o autor nunca sabe se vai agradar o leitor, mas mesmo assim, insiste em chegar ao fim. Mas o fim que ele sabe que não é o fim, porque todos perdemos grandes pensamentos a todo momento... Talvez todos já tenhamos descoberto o "sentido da vida", mas nem percebemos que era esse a conclusão da idéia... Tudo bem... Eu vou parar... O frio que apenas eu senti ontem está se transformando em gripe... Espero mesmo que tudo continue do mesmo jeito...
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