Por causa de um minuto.... Por causa de um minuto eu perdi o ônibus... Pensei se ia a pé, mas pelo horário, seria perigoso. 30 minutos pra vir meu ônibus novamente... Que eu faria até lá? Fome! Tinha um carrinho de cachorro quente por perto e fui até lá. O moço que ficava lá era sempre muito simpático. E muito bonito também... Mas não era isso que chamava a minha atenção... O primeiro cara com quem senti atrações físicas foi um meio primo meu. Eu o achava incrível, tinha a altura ideal, a massa muscular ideal, a voz ideal, mas era um encrenqueiro filho da mãe. Foi assassinado antes de eu ficar bonitinha, porque eu era um monstrinho quando ainda adolescente... E ele já era lindo, na minha opinião claro. Enfim, foi, o primeiro cara que me fez suspirar sexualmente... E o cara do cachorro quente é muito parecido, só na voz, um pouco mais aguda que a do meu meio primo. Fiquei olhando pra ele, os detalhes, enquanto ele preparava o meu 'lanche'. As mãos também eram parecidas... A boca, os olhos... Fumante também... Oh tristeza... Mas lindo... Muito parecido com aquele meu meio primo. E pensar que eu quase tive oportunidades de ter 'chegado mais perto'... Mas, sempre aparecia alguém e nunca ficávamos sozinhos... Como se todo mundo já soubesse dos meus desejos...
Enfim, o moço do cachorro quente sempre está lá, mas eu sei que nunca puxarei conversa, ainda não cheguei nesse patamar... Essa trava maldita de comportamento me persegue de um jeito...
"Bonitinha... Mais ainda quando sorri!"
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Go Away!
E o tempo parou! Um silêncio tomou conta de tudo e o que me resta é apenas a solidão de um lugar que nunca existiu, que eu nunca conheci. Eu tive a impressão de ter visto uma sombra correndo perto de mim, mas foi apenas impressão. Confesso que senti medo de que não fosse apenas uma impressão. Mas esse silêncio não é bom. Humanos... Sofrem pela falta e pela presença... Humanos... Nunca estão felizes com nada... São eternos parasitas de tudo. Animais!
Gostaria de ser apenas humana, com sentimentos humanos egoístas e mesquinhos, o extinto sexual da raça, suas limitações, suas crenças... Há muito mais pra se aprender. Não basta apenas isso. É preciso ser.
Não é fácil voltar e eu realmente não quero. Já que eu estou aqui, o que me custará continuar? Essa dor não deveria existir... Infelizmente estou cedendo ao contágio humano. Foi inevitável. A loucura me abate cada vez mais e logo chegará o tempo que serei uma relés humana... E se você estiver por ai... Nunca saberá da minha existência, porque é isso mesmo, apenas mais um humano no meio da multidão. Sem rostos... Com sentimentos inalcansáveis. Faça parar... Eu não gosto de sentir dor.
Gostaria de ser apenas humana, com sentimentos humanos egoístas e mesquinhos, o extinto sexual da raça, suas limitações, suas crenças... Há muito mais pra se aprender. Não basta apenas isso. É preciso ser.
Não é fácil voltar e eu realmente não quero. Já que eu estou aqui, o que me custará continuar? Essa dor não deveria existir... Infelizmente estou cedendo ao contágio humano. Foi inevitável. A loucura me abate cada vez mais e logo chegará o tempo que serei uma relés humana... E se você estiver por ai... Nunca saberá da minha existência, porque é isso mesmo, apenas mais um humano no meio da multidão. Sem rostos... Com sentimentos inalcansáveis. Faça parar... Eu não gosto de sentir dor.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Adeus...
Despedida... De repente acordo sentindo uma coisa estranha, um sentimento de perda estranho. Uma coisa realmente estranha, algo que eu nunca senti na minha vida, um vazio estranho, um tipo de derrota nunca experimentado. Como se eu tivesse nadado muito e muito e muito e gastado muita energia, mas quando eu estava pra chegar... Morri na areia. Uma sensação de vazio estranha e uma coisa que não sei explicar. Eu tentei...
Ai, uma amiga minha vai embora, mas eu acho que me dei conta disso apenas hoje, da falta que ela me fará e das coisas que eu aprendi com ela... Das coisas que eu ouvi dela e com ela eu aprendi a ouvir do jeito certo. Tudo que eu ouvi, são realmente coisas que me farão bem, mas eu ainda não consigo. Sim, eu sou imatura sim, ainda não evoluí o suficiente para entender. Eu ainda tenho medo de me jogar de vez em uma coisa que não é sólida o suficiente para eu confiar... Medo... Eu odeio mesmo me sentir fraca... E, ao mesmo tempo forte... Será que eu tenho toda essa casca grossa? Será que eu devia sair disso e encarar o mundo de outra forma? Vale a pena? "Como eu vou saber se eu não sair do lugar?" Esse é um trecho de uma música que eu gosto muito e só dessa vez eu vou dizer o nome dela: If I Let You Go - Westlife...
Pode até parecer uma banda popzinha, mas na época em que eu ouvi ela, senti uma intimidade muito grande com essa banda, como se ela descrevesse em música muitos dos meus tão escondidos sentimentos...
Olho no espelho com mais vulgor que nunca, daqui a pouco eu terei 30 anos, sem ruga alguma no rosto, e nenhum esforço pra combatê-las. Enfim, eu sou o que eu sempre quis ser. Não tenho que ser diferente pra agradar os outros. Eu acredito que eu tenho todo direito de ser do jeito que eu quiser e escolher o que eu quiser sem que ninguém interfira na minha vida. Eu sou feliz sim. As vezes eu reclamo sim, mas quem não reclama?
O único amor que eu conheço é o dado e recebido pelos meus amigos e pelos meus pais também. Se eu tenho curiosidade em conhecer aquele outro? Maybe...
Ai, uma amiga minha vai embora, mas eu acho que me dei conta disso apenas hoje, da falta que ela me fará e das coisas que eu aprendi com ela... Das coisas que eu ouvi dela e com ela eu aprendi a ouvir do jeito certo. Tudo que eu ouvi, são realmente coisas que me farão bem, mas eu ainda não consigo. Sim, eu sou imatura sim, ainda não evoluí o suficiente para entender. Eu ainda tenho medo de me jogar de vez em uma coisa que não é sólida o suficiente para eu confiar... Medo... Eu odeio mesmo me sentir fraca... E, ao mesmo tempo forte... Será que eu tenho toda essa casca grossa? Será que eu devia sair disso e encarar o mundo de outra forma? Vale a pena? "Como eu vou saber se eu não sair do lugar?" Esse é um trecho de uma música que eu gosto muito e só dessa vez eu vou dizer o nome dela: If I Let You Go - Westlife...
Pode até parecer uma banda popzinha, mas na época em que eu ouvi ela, senti uma intimidade muito grande com essa banda, como se ela descrevesse em música muitos dos meus tão escondidos sentimentos...
Olho no espelho com mais vulgor que nunca, daqui a pouco eu terei 30 anos, sem ruga alguma no rosto, e nenhum esforço pra combatê-las. Enfim, eu sou o que eu sempre quis ser. Não tenho que ser diferente pra agradar os outros. Eu acredito que eu tenho todo direito de ser do jeito que eu quiser e escolher o que eu quiser sem que ninguém interfira na minha vida. Eu sou feliz sim. As vezes eu reclamo sim, mas quem não reclama?
O único amor que eu conheço é o dado e recebido pelos meus amigos e pelos meus pais também. Se eu tenho curiosidade em conhecer aquele outro? Maybe...
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